segunda-feira, 22 de março de 2010
Oliveira -A Árvore do Centenário da República
No dia 19 de Março plantámos uma árvore na nossa escola, no âmbito das Comemorações do Centenário da República.
O pai do Tiago ofereceu a oliveira e colaborou na sua plantação.
No final os alunos cantaram o Hino Nacional. Foi um momento vivido com muita emoção.
O pré-escolar também participou na iniciativa, tendo a educadora Dina declamado um bonito poema de sua autoria.
A ÁRVORE DO CENTENÁRIO
Na minha escola há um recreio
e no recreio crianças.
Meninos correm felizes,
correm felizes os petizes.
Na minha escola há um canteiro
e no canteiro uma oliveira,
a oliveira do centenário,
do centenário da república.
O tempo corre, a árvore cresce
O tempo corre, a árvore floresce
O tempo corre, a árvore dá frutos
O tempo corre, os meninos aprendem
O tempo corre, os meninos sabem!
Na minha escola há um recreio
e no recreio crianças…
Na minha escola há um canteiro
e no canteiro uma oliveira…
O tempo corre…
e juntos crescem felizes.
(Orlandina Carreira)
21.Março.2010
Para mais informações sobre a Árvore do Centenário da República, consulte http://arvore.centenariorepublica.pt
O pai do Tiago ofereceu a oliveira e colaborou na sua plantação.
No final os alunos cantaram o Hino Nacional. Foi um momento vivido com muita emoção.
O pré-escolar também participou na iniciativa, tendo a educadora Dina declamado um bonito poema de sua autoria.
A ÁRVORE DO CENTENÁRIO
Na minha escola há um recreio
e no recreio crianças.
Meninos correm felizes,
correm felizes os petizes.
Na minha escola há um canteiro
e no canteiro uma oliveira,
a oliveira do centenário,
do centenário da república.
O tempo corre, a árvore cresce
O tempo corre, a árvore floresce
O tempo corre, a árvore dá frutos
O tempo corre, os meninos aprendem
O tempo corre, os meninos sabem!
Na minha escola há um recreio
e no recreio crianças…
Na minha escola há um canteiro
e no canteiro uma oliveira…
O tempo corre…
e juntos crescem felizes.
(Orlandina Carreira)
21.Março.2010
Para mais informações sobre a Árvore do Centenário da República, consulte http://arvore.centenariorepublica.pt
quinta-feira, 18 de março de 2010
A árvore na poesia
No próximo dia 21 de Março comemora-se o Dia da Árvore e o Dia Mundial da Poesia.Tendo como objectivos promover a articulação curricular entre ciclos, desenvolver actividades em rede entre as Bibliotecas do Agrupamento e incentivar nos alunos a leitura e a escrita, propomos a realização de algumas actividades:
• Elaboração de textos poéticos;
• Recolha de poemas;
• Jogos poéticos;
• Exposição dos trabalhos realizados.
As árvores
As árvores
são grandes e mansas.
As árvores
são verdes e brancas.
As árvores
são silenciosas e barulhentas
e gostam da Terra e do Sol.
As árvores
são meninas francas,
não falam
mas cantam
quando o vento
as convida para dançar.
Raquel Delgado
terça-feira, 16 de março de 2010
A vida antes de nós
A sessão com o prof. Manuel Lima aumentou o nosso saber sobre a região onde vivemos.
Pais, alunos, professores e amigos, participaram de forma interessada na apresentação que fez de forma tão acessivel a pequenos e graúdos, sem perder o rigor científico.
No final autografou o seu último livro "Fósseis e Geistória da região de Almada-Lisboa na Época Miocénica".
Pais, alunos, professores e amigos, participaram de forma interessada na apresentação que fez de forma tão acessivel a pequenos e graúdos, sem perder o rigor científico.
No final autografou o seu último livro "Fósseis e Geistória da região de Almada-Lisboa na Época Miocénica".
quinta-feira, 11 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Está a chegar o Dia Mundial da Poesia! - 21 de Março
Xácara das 10 Meninas
Era uma vez dez meninas
de uma aldeia muito probe.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão nove.
Era uma vez nove meninas
que só comiam biscoito.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão oito.
Era uma vez oito meninas
em terras de dom Esparguete
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão sete.
Era uma vez sete meninas
lindas como outras não veis.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão seis.
Era uma vez seis meninas
em landas de Charle Quinto.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão cinco
Era uma vez cinco meninas
em um triângulo equilatro.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão quatro.
Era uma vez quatro meninas
qu'avondavam só ao mês.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão três.
Era uma vez três meninas
em o paço de dom Fuas.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão duas.
Era uma vez duas meninas
ante um home todo espuma.
Deu o tranglomango nelas
transformaram-se em só uma.
Era uma vez uma menina
terrada em terral mui fundo.
Deu o tranglomango nelas
voltaram as dez ao mundo.
Mário Cesariny de Vasconcelos
Era uma vez dez meninas
de uma aldeia muito probe.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão nove.
Era uma vez nove meninas
que só comiam biscoito.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão oito.
Era uma vez oito meninas
em terras de dom Esparguete
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão sete.
Era uma vez sete meninas
lindas como outras não veis.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão seis.
Era uma vez seis meninas
em landas de Charle Quinto.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão cinco
Era uma vez cinco meninas
em um triângulo equilatro.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão quatro.
Era uma vez quatro meninas
qu'avondavam só ao mês.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão três.
Era uma vez três meninas
em o paço de dom Fuas.
Deu o tranglomango nelas
não ficaram senão duas.
Era uma vez duas meninas
ante um home todo espuma.
Deu o tranglomango nelas
transformaram-se em só uma.
Era uma vez uma menina
terrada em terral mui fundo.
Deu o tranglomango nelas
voltaram as dez ao mundo.
Mário Cesariny de Vasconcelos
Subscrever:
Mensagens (Atom)










