No dia 28 foi o lançamento do último livro de José Fanha "Era uma vez a Republica", publicado pela editora Gailivro. O local escolhido foi a Biblioteca dos Paços do Concelho -Câmara Municipal de Lisboa. Brevemente teremos este livro na nossa BE. Embora esteja destinado a crianças a partir dos 10 anos, será uma boa leitura para qualquer idade. O livro está muito interessante, reúne bastante informação sobre o tema e tem óptima qualidade gráfica. Parabéns ao autor e à editora.
O Ministério da Educação e o Plano Nacional de Leitura,assinalaram mais um início de ano lectivo com a oferta de um livro,aos alunos do 1º ano de escolaridade, associando o gosto pela leitura à entrada no novo ciclo de escolaridade. A Biblioteca Escolar procedeu à entrega dos livros aos novos alunos, nas reuniões de pais realizadas pelos professores nas suas turmas, distribuindo também os cartões de leitor. A entrada no 1º ano de escolaridade é um momento importante na vida das crianças, e também na vida das famílias, sendo desejável que fique associada à leitura e ao prazer de ler.
Ler, por quê?
Através de um livro, a criança começa a…
. Adquirir conhecimentos; . Saber interpretar bem; . Usar um vocabulário mais rico; . Escrever melhor, sem erros; . Falar melhor; . Comunicar bem; . Desenvolver a criatividade e imaginação; . Alargar horizontes.
Indispensável em qualquer actividade, é uma das principais condições de autonomia e sucesso na vida. Por isso, quem aprende a ler bem todo o tipo de textos adquire um valor seguro que nunca mais irá perder.
Ensinar a ler é tarefa da escola. É, aliás, uma das suas missões essenciais,mas hoje está plenamente provado que, quando a família se dispõe a colaborar, reservando alguns momentos para ler com os filhos, os benefícios são enormes.
Quanto mais cedo os livros entrarem na vida das crianças melhor, pois um bom leitor é quase sempre um bom aluno. Ler com as crianças ajuda-as a gostarem de livros, a aprenderem a ler e a lerem cada vez melhor.
As Crianças e os livros
O simples gesto de ler uma história ao seu filho poder ter um significado muito especial. Não se admire se um dia mais tarde ele lhe recordar esses momentos da sua infância em que o colocava no colo e lhe abria as portas para um mundo mágico…Um mundo que estimula a imaginação, desenvolve o vocabulário e estimula a aprendizagem. Muitas vezes, o desinteresse dos mais novos pela leitura prende-se com o facto de terem tantas alternativas e ninguém ter a preocupação de mostrar a importância e um significado de um livro.
Poema de António Torrado,numa animação produzida pela RTP. As palavras do poeta vêm muito a propósito deste início de ano lectivo, da ansiedade de tanto fazer em pouco tempo.Temos que ir com calma, pois a idade já assim nos obriga...
O Bibliotequices chegou!
O 1º Boletim das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Vale de Milhaços, teve a participação de todas escolas e é o testemunho do trabalho, colaborativo de qualidade que por aqui se vai fazendo.
Aproveitem e leiam-no nas férias e deixem sugestões para a próxima edição.
Marchas Populares ou talvez Marchas Escolares! O tema este ano das três Marchas da EB1/JI do Alto do Moinho, é O Centenário da República. As letras foram escritas por docentes da escola, que em trabalho de grupo deram largas à imaginação. Os fatos foram desenhados, após trabalho de pesquisa sobre a época de 1910, pela colega Teresa Silva. Na época da Primeira República estava na moda o uso de chapéus para homens, mulheres e crianças e havia modelos diferentes para as várias ocasiões. Nas festas ou cerimónias de alguma importância, os homens usavam cartola. Os ingleses tinham por hábito cobrir a cabeça com chapéu de copa arredondada, o chapéu de coco, e não faltava quem gostasse de os imitar. Para o dia-a-dia, os modelos eram mais simples mas ninguém saía à rua sem chapéu. Os homens do povo, mesmo os mais pobres, que podiam eventualmente andar descalços, não dispensavam o seu boné. Tirar o chapéu era uma maneira delicada de cumprimentar as pessoas que passavam ou de prestar homenagem – por exemplo ao santo que seguia no seu andor em procissão ou ao morto levado de carro de cavalos para o cemitério. Quanto às senhoras, os modelos multiplicavam-se não só de acordo com as circunstâncias – festa de casamento, passeio, almoço ao ar livre, missa, procissão, enterro, e por aí fora – como de acordo com os gostos pessoais. Em todas as cidades havia modistas de chapéus aptas a confeccionar chapelões enormes ou chapelinhos minúsculos nos mais variados tipos de materiais e enfeitados com plumas, flores e outros adornos. As senhoras não tiravam o chapéu senão em casa. As meninas também usavam chapéu, geralmente em harmonia com as roupas que vestiam. A mesma cor, o mesmo tecido, fitas e laços a condizer. Para os rapazes, enquanto pequenos, era comum escolherem-se bonés de marinheiro. Na adolescência outro tipo de bonés. Naquele tempo, quem escolhia a profissão de chapeleiro, tinha trabalho garantido.Fonte: http://www.centenariorepublica.pt
Marcha do Pré-escolar 2010
E viva a marcha do pré-escolar Que vem lembrar como é tão bom brincar.
Olha os meninos Vão a passar Tão enfeitados Nesta marcha popular.
Refrão Amizade e alegria De noite e dia, a partilhar A dançar para toda a gente É a marcha da pré Que vai a passar.
Trás a cor da liberdade Nossa bandeira A festejar E tem verde, a cor da esperança Ai como é bom ser criança E na nossa escola andar
Pincel e tintas Lápis na mão Pinto a alegria Que me vai no coração. Canto e encanto em cada dia sou o arco-íris que enche a escola de alegria.
Marcha do 1º ciclo
Aqui vai o Alto do Moinho Todo engalanado Que a noite é de glória Dançam as bandeiras de mansinho Lembrando o passado Honrando a história.
De verde e vermelho Bem trajados, Esperança do futuro Sonhos de alegria Vem dançar connosco rua fora A marcha tem cor e trás fantasia.
REFRÃO A escola já marcha na rua República é tua E é popular Alto do Moinho contente É de toda a gente Vem a desfilar. De modo muito animado De jeito engraçado Queremos recordar Em Outubro conquistas mil Vermelho de Abril Viva a Liberdade
A Escola moderna é prá todos Ai como é bom aprender a voar Uma ave, livre pensamento Desta pátria amiga crescer e estudar Com orgulho vimos ao Seixal A S.Pedro cantamos com emoção Felizes e alegres de Corroios entoando convosco a mais linda canção.
Marcha dos adultos 2010
Vai de bandeiras ao alto esta marcha P´ra que não esqueça a memória. São os homens e mulheres desta terra Relembrando, a nossa História
O esplendor de Portugal nós evocamos Nesta marcha popular Direitos e liberdades No respeito das vontades Pr’ á rua vimos cantar.
Cá vai a marcha Nesta noite de folia Vem do Alto do Moinho E trás cor e alegria. Cá vai a marcha Falando de antigamente Festejando a república Esta marcha vai contente. Cá vai a marcha em grande animação O futuro é de glória e o passado tradição. Cá vai a marcha Falando de antigamente Festejando a República Esta marcha vai contente.
De bandeiras desfraldadas ao luar Lutemos por ideais Nesta escola dia a dia a educar professores, parceiros e pais. É Corroios, e Seixal a festejar Nesta noite de arraial Vermelho e verde a desfilar Cores de esperança e alegria Festejamos neste dia.
Nós, mulheres do Centenário da República Viemos para recordar Foram tempos de mudança e de glória Em que estas fizeram história Liberdade de dizer e de pensar Por elas foi conquistada Igualdade no viver Em Abril a renascer Uma esperança renovada.
Olha o Alto do Moinho a passar Nesta marcha que é diferente A cidade e a aldeia a bailar São esperança da sua gente Marcha firma sempre em frente sem parar Nesta noite que é de festa Juntem-se a nós a dançar O São Pedro a festejar Não há noite como esta.
O resultado final foi o que se viu em Corroios no dia 18 e que se repetirá amanhã dia 25 no Seixal.
A escritora lara Xavier, autora dos livros "Gosto deles porque sim" e "O rabo do Esquilo", esteve na Biblioteca Escolar da nossa escola para um encontro com os leitores do 2º ano e do 3º ano da tarde. Os alunos leram os dois livros em sala de aula e fizeram trabalhos muito interessantes,de escrita criativa e na área da expressão plástica, alguns deles em casa, com a colaboração das famílias. A escritora gostou imenso dos trabalhos, fotografou-os e referiu que aqueles registos eram a prova de que os alunos tinham lido os livros. O diálogo que se estabeleceu, entre a autora e os alunos, foi muito interessante pois a Lara Xavier fala de valores, como a amizade, a compreensão, o carinho, numa linguagem muito acessível para os seus interlocutores. Os alunos entusiasmados questionaram-na sobre a sua escrita, tendo a autora atenciosamente respondido a todas as perguntas. As sessões terminaram com os autógrafos dos livros. Muito obrigada Lara, ficámos mais ricos depois desta sua vinda á nossa Biblioteca.