quarta-feira, 13 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
As bibliotecas escolares são essenciais
Fonte: Diário de Notícias - 28-06-2011
As bibliotecas escolares são essenciais
Fonte: Diário de Notícias - 28-06-2011
por MARGARIDA TOSCANO, PROFESSORA E MEMBRO DO GABINETE DA REDE DE BIBLIOTECAS ECOLARES
No novo contexto informacional em que vivemos, resultado do desenvolvimento das tecnologias e da Internet, em particular, é fundamental que a escola seja capaz de preparar jovens que, para além de um leque de conhecimentos, alguns axiais como a língua materna e a matemática, dominem um conjunto de competências complexas no que à informação diz respeito. Para responder a essa exigência, as bibliotecas escolares são um bem educativo e cultural essencial.
As formas clássicas de produção, conservação e circulação do saber, intimamente ligadas ao livro e ao impresso, estão a alterar-se profundamente. Crianças e jovens são cada vez mais marcados pelo acesso e uso precoce duma grande parafernália tecnológica - telemóveis, consolas de jogos, mp3, computadores, ipads... -, uma grande apetência por conteúdos audiovisuais e, sobretudo, pela Internet. No final da escola aguarda-os um mercado de trabalho caracterizado pela mudança, flexibilidade, necessidade constante de adaptação e de trabalhadores cada vez mais qualificados. Vão mudar de emprego várias vezes e vão ter de continuar a aprender ao longo da vida.
Quando todo o conhecimento de que necessitamos parece encontrar-se na Web, à distância e velocidade de um clique, as actividades de pesquisa e tratamento de informação tornaram-se mais complexas do que podíamos imaginar. E a geração que apelidamos de "nativos digitais" ou "geração google", apesar da destreza tecnológica, revela grandes fragilidades na procura e uso de conteúdos informativos relevantes e fiáveis, assim como na capacidade de os transformar em conhecimento. Quem é que hoje, no papel de professor ou de pai, não experienciou a frequência com que crianças e jovens se limitam a "googlar" um tema, aplicando a seguir o método do "copiar e colar" para produzirem o trabalho que lhes foi pedido?
Todo este cenário exige que a escola promova o ensino e aprendizagem de diferentes literacias, nomeadamente a literacia de informação, aqui entendida como o conjunto de competências que capacitam para o acesso, uso e aplicação eficaz da informação, em diferentes suportes, formatos e contextos. É este desafio recente, assim como o da leitura, nos tradicionais e nos novos ambientes, que torna as bibliotecas escolares tão necessárias. Vejamos.
Por mais que a tecnologia nos inunde, a leitura continua a ser uma aprendizagem primordial, condição de todas as outras. Aprende-se a ler, lendo, o livro continua a ser o suporte de eleição para essa aprendizagem, e a leitura, analógica ou digital, o instrumento de compreensão global. Nem todas as famílias têm condições para proporcionar livros e um ambiente leitor às suas crianças e jovens. As bibliotecas escolares são, pois, um ponto de acesso ao livro, a outros suportes e a actividades que estimulam o interesse e competências de leitura ao longo da escolaridade.
As bibliotecas escolares são igualmente um espaço de inclusão digital. Alguns programas do Ministério da Educação, o próprio embaratecimento da tecnologia, facilitaram a posse de computador pessoal. Em relação à Internet, considerando os dados do projecto Eukids Online, verificamos que só 78% das crianças e dos jovens portugueses entre 9 e 16 anos acedem à Internet. E cerca de um terço através das bibliotecas, tanto escolares como públicas.
Mas a inclusão digital não se resume ao acesso, pelo contrário, transfere-se cada vez mais, mesmo nos países mais desenvolvidos, para o problema do uso. Entendidas como espaços de aprendizagem, as bibliotecas escolares desempenham um papel fundamental na promoção de um uso seguro, criterioso, crítico e eficaz da informação. Em todos os agrupamentos de escolas e escolas secundárias têm sido o lugar por excelência onde estas questões são especificamente colocadas e trabalhadas com os professores bibliotecários, com todos os docentes já sensibilizados para o tema e, em especial, com os alunos. O Programa Rede de Bibliotecas Escolares tem sido decisivo no desenvolvimento destes espaços na escola.
sábado, 25 de junho de 2011
Marchas Populares 2011-900 anos do nascimento de Dom Afonso Henriques
Oh, que bela baila a moura
E eu bem n´a vi bailar
Na sua saia rodada
Com graça vai a marchar
Trás seu amor pelo braço
Nesta noite de luar
Moura leve cintilante, vestido brilhante
de tempo distante para recordar.
Quem se atreve, quem se atreve
Ir ao castelo e trepar
Para ver a bela moura, a bela moura,
moura de encantar
Dá-me a tua mão direita
Pr’a te poder ler a sina
Quero ver se a minha sorte
Com a tua se combina.
Lá vem D. Afonso Henriques,
o grande conquistador
tomou castelos aos mouros, ricos tesouros
um reino fundou, o rei sonhador
Viva o Alto do Moinho
É o pré-escolar a bailar
Aqui vão moiras e moiros
E a história de um povo vem a festejar.
A marcha do 1º ciclo fala da História da Fundação de Portugal.
Esta é a marcha que ao Seixal vem contar,
a história de um menino bem valente
Que tinha vontade de ser rei,
E que ainda hoje é orgulho
orgulho da nossa gente.
Lembra-o esta escola nesta noite
Com vaidade recordamos
os feitos de antigamente.
Cá vai a marcha
Vem a contar
História de um povo
Sempre a lutar
Nobres guerreiros, corajosos sem se intimidar
Trazem o sonho de mil terras conquistar
Cá vai a marcha
Vai a contar
Como nasceu
esta nação
Afonso Henriques com coragem sem igual
Fundou o reino… de Portugal
Ora venham lá, vamos lá bailar, vamos festejar
Este feito heróico do 1º rei de Portugal
Bravo guerreiro, sete castelos aos mouros vence
Com mil vitórias estende o condado portucalense.
A marcha dos docentes, pais e funcionários da EB do Alto do Moinho a marcha fala do primeiro rei de Portugal e da fundação de um País.
D. Afonso era um rei,
corajoso, inteligente
Ousado e atrevido
Principalmente valente
Trazia sempre consigo
uma espada cintilante
Vencendo os inimigos
De uma forma impressionante
Contra tudo, contra todos
Caminhava sempre em frente
Sem medo destemido
Defendendo a sua gente.
A Escola,
marcha a contar
histórias de um país
para recordar.
A Escola,
marcha a contar
Vitórias de um rei
Que soube lutar
A Escola,
marcha a contar
o sonho de um povo
Que não tem idade
A Escola,
de gente gentil
esperança de Abril
e da liberdade.
Bravo rei, bravo guerreiro
Funda um reino sem igual
A sul alargou fronteiras
Assim nasce Portugal
A escola passa
A sorrir contente
Conta a nossa história
Canta a nossa gente
Alto do Moinho
Hoje aqui presente
Cheio de esperança
Num futuro diferente.
A Marcha em Corroios!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Requisição Domiciliária em 2010-2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011
Festa de final de ano 2011
Houve muita animação e actividades variadas e radicais como foi o slide...
A Biblioteca Escolar teve o seu espaço com exposição de trabalhos de cerâmica realizados pelos alunos com a ceramista Anabela Camelo, após a leitura de alguns livros da escritora Sara Rodrigues. Também esteve exposto o trabalho do 4ºB, "A pior amiga" elaborado no âmbito da leitura do livro com o mesmo nome do escritor Fernando Carvalho.
Os leitores interessados puderam adquirir os livros dos autores anteriormente referidos.
IV Olimpíadas da Leitura
Realizaram-se as IV Olimpíadas da Leitura do Agrupamento. Nelas participaram as turmas dos 3ºA, 3ºB,3ºC e 3ºD. As questões foram sobre o livro "Há fogo na floresta" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, indicado pelo PNL, para leitura orientada na sala de aula. A prova foi interactiva e realizou-se no programa Hot Potatoes.
Todos os participantes receberam diplomas de participação.
As vencedoras foram:
1º Catarina A. -3ºD
2º Sara P. -3ºA
3º Leonor V. -3ºB
Parabéns leitoras!
domingo, 19 de junho de 2011
Escritora Sara Rodrigues na BE
No final tivemos sessão de autógrafos dos muitos livros adquiridos pelos alunos, na feira do livro da autora.





